Saudades...
Quarta-feira, 18 de novembro de 2009 – 5:30am – Acordei mais uma vez assim.
Um assunto muito, mas muito foda de falar, pensar, escrever, seja o que for.
Vai fazer quatro anos que você foi desse mundo pra um lugar melhor e o único problema disso é que o retardado aqui praticamente deixou de viver junto.
Tornou-se impossível lembrar de você sem sentir um aperto descomunal no peito seguido de um choro incontrolável, como agora quase sem conseguir escrever.
Queria muito poder lembrar feliz dos momentos de alegria, das vezes que você me acolheu, de quando você me levava no parque que eu amava, das comidas deliciosas de todo carinho que uma mãe pode dar ao filho, do apoio nos momentos difíceis, de todo o amor, o maior amor do mundo, das risadas escandalosas, tantos momentos que daria a vida para sentir novamente.
O fato é que não superei perder você, foi embora sem despedidas, de uma forma terrível, vendo você ali como ficou sem me responder, espero que tenha ouvido minhas palavras e que não tenha visto meus choros, meus inúmeros choros durante esses anos.
Queria que fosse diferente, não com o egoísmo de pedir pra você ficar, mas queria simplesmente aceitar, aceitar de uma forma que não doesse horrivelmente. Queria poder dar esse passo que há anos tento, mas acabo voltando ao ponto zero, se não menos que isso.
Sei que ninguém entende, mas depois que se foi, me tornei amargo, às vezes agressivo, meio rebelde, sem estar muito ai pras coisas e pra ninguém, me distanciei demais da família e de amigos, me tornei uma pessoa extremamente fechada e só.
Prometo a você que nessa nova fase que está se iniciando na minha vida, vou me esforçar ao máximo para seguir em frente, pois tem pessoas que amo muito que vão precisar de mim e eu também quero poder mudar as coisas erradas, tenho planos, tenho metas e preciso muito deixar você seguir em frente também.
Mãe te amo, mais do que tudo que possa existir, mais que eu, muito além da vida, espero muito o dia que nos reencontraremos.
Que Deus esteja com você e que eu consiga ser digno desse reencontro.
Um assunto muito, mas muito foda de falar, pensar, escrever, seja o que for.
Vai fazer quatro anos que você foi desse mundo pra um lugar melhor e o único problema disso é que o retardado aqui praticamente deixou de viver junto.
Tornou-se impossível lembrar de você sem sentir um aperto descomunal no peito seguido de um choro incontrolável, como agora quase sem conseguir escrever.
Queria muito poder lembrar feliz dos momentos de alegria, das vezes que você me acolheu, de quando você me levava no parque que eu amava, das comidas deliciosas de todo carinho que uma mãe pode dar ao filho, do apoio nos momentos difíceis, de todo o amor, o maior amor do mundo, das risadas escandalosas, tantos momentos que daria a vida para sentir novamente.
O fato é que não superei perder você, foi embora sem despedidas, de uma forma terrível, vendo você ali como ficou sem me responder, espero que tenha ouvido minhas palavras e que não tenha visto meus choros, meus inúmeros choros durante esses anos.
Queria que fosse diferente, não com o egoísmo de pedir pra você ficar, mas queria simplesmente aceitar, aceitar de uma forma que não doesse horrivelmente. Queria poder dar esse passo que há anos tento, mas acabo voltando ao ponto zero, se não menos que isso.
Sei que ninguém entende, mas depois que se foi, me tornei amargo, às vezes agressivo, meio rebelde, sem estar muito ai pras coisas e pra ninguém, me distanciei demais da família e de amigos, me tornei uma pessoa extremamente fechada e só.
Prometo a você que nessa nova fase que está se iniciando na minha vida, vou me esforçar ao máximo para seguir em frente, pois tem pessoas que amo muito que vão precisar de mim e eu também quero poder mudar as coisas erradas, tenho planos, tenho metas e preciso muito deixar você seguir em frente também.
Mãe te amo, mais do que tudo que possa existir, mais que eu, muito além da vida, espero muito o dia que nos reencontraremos.
Que Deus esteja com você e que eu consiga ser digno desse reencontro.
Forever | Para Sempre | |
I stand alone in the darkness | Eu me levanto só na escuridão | |
The winter of my life came so fast | O inverno de minha vida veio tão rápido | |
Memories go back to childhood | Recordações voltam para minha infância | |
To days I still recall | A dias que ainda recordo | |
Oh how happy I was then | Oh como eu era feliz | |
There was no sorrow | Não havia nenhuma tristeza | |
There was no pain | Não havia nenhuma dor | |
Walking through the green fields | Caminhando pelos campos verdes | |
Sunshine in my eyes | Raios do sol em meus olhos | |
I'm still there, everywhere | Eu ainda estou lá, em todos lugares | |
I'm the dust in the wind | Eu sou o pó no vento | |
I'm the star in the northern sky | Eu sou a estrela no céu do norte | |
I never stayed anywhere | Eu nunca fiquei em qualquer lugar | |
I'm the wind in the trees | Eu sou o vento nas árvores | |
Would you wait for me forever? | Você esperaria por mim para sempre? | |
Will you wait for me forever? | Você esperará por mim para sempre? |



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